De forma simples, dentro do
entendimento na literatura espirita...
O
espirito não tem sexo. Cada etapa que avança, em cada uma, cumpre
determinadas e diferentes características...em diferentes situações,
porém, dessas etapas há caracteristicas das quais mais se
identifica e como tal, ficam marcantes e mais acentuadas. Muitas
vezes as experiencias são tão marcantes e sua consciência o cobra
de tal forma que, mesmo sabendo ter de passar por uma prova, não
consegue se desvenciliar de certas tendencias.
Isso
quer dizer que, cada caso é um caso. Que não existe fórmula ou
qualquer coisa fixa neste sentido. Cada um tem uma historia com
caracteristicas peculiares e individuais. Partindo do princípio de
quem lê este texto já tenha um certo conhecimento na literatura
espirita cristã, podemos chegar ao entendimento que um espirito não
encarna um corpo para fugir de suas caracteristicas naturais, senão
por estar mais preso a certa tendência da qual mais se identificou
no passado. Não deixa de ser uma prova e, muitas vezes é até mesmo
um resgate.
Um
traficante de mulheres, que as sequestra e as faz de escravas
sexuais, as vende para isso… chegando ao ponto de SENTIR o quanto
prejudicou esses seres, do quanto infligiu sofrimento a eles, de vir
a se arrepender... vai escolher que prova para resgatar o muito que
sua consciência o cobra? Virá como homem? Como “o machão”???
Passará pelo que, para se sentir livre da culpa que o atormenta?
Uma
mulher que muito usou de suas caracteristicas femininas para enganar
e a tudo conseguir através deste meio, prejudicando a tudo e a
todos, voltará como “ a mais bela das belas”? Qual a prova mais
viável a escolher? Não seria perder a possibilidade da sua mais
marcante caratcteristica para não mais errar assim e disso não
aumentar ainda mais a sua “conta”?
É
uma coisa simples! Independente do genero do corpo que virá um
espirito, ele manifestará suas mais marcantes caracteristicas e, por
isso, pode-se afirmar que agir com preconceito e não aceitação
somente o é por pura ignoranncia. Cada um de nós tem as suas
dificuldades… e já elas mesmas se bastam, não precisando agregar
mais, provindas da ignorancia de outros.
Temos
de compreender em nós mesmos, as nossas dificuldades e
caracteristicas e com elas tentar viver bem, estarmos bem, tranquilos
e de conciencia limpa, pois o que, ao final, vai realmente contar é…
o que fizemos de bom ou de ruim...a quem e quantos prejudicamos...a
quantos e quais ajudamos. Isso é o que conta!
No
resto, são as batalhas que travamos no dia-a-dia e nelas, o mal que
há já se basta, não precisando vir outros ou nós mesmos para
aumentar as dificuldades. Tenhamos consiencia!
Não
nos esqueçamos que vivemos num mundo ainda classificado como de
provas e espiações. Que a crosta terrestre é contigua ao umbral.
Ou seja, não é preciso dizer exatamente o quanto dele estamos
próximos...ou o quanto dele fazemos parte. Cada um de nós, ou está
experimentando uma prova, ou passando por uma expiação. No conjunto
nos dividimos entre aqueles que já tem conciencia e por isso tentam
melhorar sem mal fazer a outros, contra outros que ainda estão
mergulhados na ignorância, passando a vida a prejudicar e levar
sempre vantagem em detrimento a outros, aumentando e muito a carga
que mais tarde a própria consciência vai cobrar.
PS-
Bom informar que, neste assunto não abordamos certas
caratcteristicas, tais como a promiscuidade dos dias de hoje, onde o
“ficar” e na “fila andante e contínua” da banalização do
sexo que faz com que absurdos tais, venham, tal como tentarem incluir
na grade escolar matéria ao ensino fundamental (de 5, 6 ate 12 anos)
versando sobre homossexualidade e tendenciando (ensinando
subjetivamente e em alguns casos, ostencivamente!) a um ou outro, não
dando sequer a chance de crianças poderem fazer suas próprias
escolhas de forma individual e independente. Ou seja, não abordamos
a característica advinda da “moda” ou do “desvio conduzido”.
Não abordamos aqui absurdos, mas sim uma linha geral e direta quanto
a homossexualidade como caracteristica intima e de direito em livre
escolha de cada um. Apenas num olhar de compreenção...de
compreender o assunto!
Na
escola, antes de mais nada deve-se ensinar sobre RESPEITO...o resto
vem de forma natural.
Marcio Marques
Marcio Marques
Boa referencia sobre o assunto:
Livro
“Morri! E agora?” Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho/ Antonio
carlos – pag.54, Capitulo cinco, “Preconceito”.
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